Perguntas Frequentes

FAQ

Projeto inovador da Editora Mundo Cristão, a Nova Versão Transformadora (NVT) é uma nova tradução da Bíblia Sagrada, resultado do esforço coletivo de grandes especialistas nacionais em hebraico, aramaico e grego que, ao longo de seis anos, dedicaram-se a produzir um texto que transmite a verdade bíblica de modo tão claro e relevante quanto os textos originais comunicaram aos leitores e ouvintes do mundo antigo.
Vocabulário e estruturas gramaticais de uso comum nos dias de hoje. A NVT esclarece metáforas, temas arcaicos e expressões de difícil compreensão. Além disso, conta com mais de 4 mil notas de rodapé, que buscam facilitar o entendimento e enriquecer os momentos de estudo da Palavra de Deus.
A NVT pode ser estudada por pastores, escritores e seminaristas, mas também por quem frequenta a escola dominical, crianças e adolescentes. Ela quebra paradigmas e introduz um novo conceito de universalidade: pode ser usada pela família inteira.
O lançamento da Nova Versão Transformadora (NVT) nos ajuda no cumprimento de nossa missão: “Publicar e distribuir os melhores textos de cosmovisão cristã, contribuindo para a transformação de vidas”. Produzir uma tradução das Escrituras que agrada tanto ao estudioso quanto aos leitores mais jovens significa potencializar o texto bíblico para um segmento muito mais amplo da sociedade e da própria igreja. Nossa expectativa é que a NVT tenha superado algumas barreiras históricas, culturais e linguísticas que podem dificultar a leitura e a compreensão da palavra de Deus. Esperamos que, para os leitores que não conhecem a Bíblia, o texto seja claro e fácil de entender, e desejamos que os leitores versados nas Escrituras possam vê-las com um novo olhar. É nosso desejo, também, que os leitores adquiram instrução e sabedoria para viver, mas, acima de tudo, que encontrem o Deus da Bíblia, venham a conhecê-lo e, com isso, sejam transformados para sempre.
As traduções bíblicas são norteadas, em geral, por uma de duas teorias da tradução. A primeira abordagem é chamada “equivalência formal”, “literal” ou tradução “palavra por palavra”. O tradutor que segue essa teoria procura traduzir cada palavra da língua original para a língua nativa e tenta preservar o máximo possível a sintaxe e a estrutura das frases. A segunda abordagem é chamada “equivalência dinâmica”, “equivalência funcional” ou tradução “pensamento por pensamento”. Seu objetivo é produzir um texto que seja o equivalente natural mais próximo da mensagem expressada pelo texto original, tanto em termos de significado como de estilo.

As duas teorias da tradução têm seus pontos fortes. A tradução por equivalência formal preserva aspectos do texto original — incluindo sintaxe, expressões idiomáticas e coerência no uso de termos — de grande valor para acadêmicos e estudos profissionais. Ela permite que o leitor identifique na tradução os elementos formais do texto na língua original. A tradução por equivalência dinâmica, em contrapartida, focaliza a tradução da mensagem. Ela proporciona acesso direto ao texto, permitindo que o significado fique claro de imediato, sem exigir que o leitor lide com expressões idiomáticas e sintaxes incomuns. Também facilita o estudo sério da mensagem do texto e a clareza no uso devocional e na leitura em público.

A aplicação pura de qualquer uma dessas filosofias de tradução criaria traduções em extremos opostos de uma gama de possibilidades. Na realidade, porém, todas as traduções refletem uma mistura dessas duas filosofias. Uma tradução puramente por equivalência formal seria ininteligível em nossa língua, e uma tradução puramente por equivalência dinâmica correria o risco de não ser fiel ao original. Por isso, as traduções baseadas na teoria de equivalência dinâmica geralmente são bastante literais quando o texto original é relativamente claro, enquanto as traduções baseadas na teoria da equivalência formal por vezes são bastante dinâmicas quando o texto original é obscuro.

Os tradutores da NVT se propuseram a transpor com clareza a mensagem dos textos originais das Escrituras para o português contemporâneo. Ao fazê-lo, levaram em consideração tanto aspectos da equivalência formal como da equivalência dinâmica. Isto é, traduziram o original do modo mais simples e literal possível quando essa abordagem resultasse num texto preciso, claro e natural. Muitas palavras e expressões foram passadas para o português de forma literal e semelhante ao longo de todo o texto, visando à preservação de recursos literários e retóricos, metáforas antigas e escolhas de termos que conferem estrutura à tradução e fazem o sentido de uma passagem ressoar na passagem seguinte.

Por sua vez, os tradutores buscaram uma abordagem mais dinâmica à mensagem quando a tradução literal era de difícil compreensão, ambígua ou exigia o uso de termos arcaicos ou incomuns, esclarecendo metáforas e termos difíceis a fim de tornar o texto mais inteligível. Primeiro os tradutores procuraram identificar o significado das palavras e das expressões no contexto antigo; depois, traduziram a mensagem para o português com clareza e naturalidade. O resultado, acreditamos, é uma tradução exegeticamente precisa e idiomaticamente eficaz.
Na tradução do Antigo Testamento, empregou-se o Texto Massorético da Bíblia hebraica, representado na Biblia Hebraica Stuttgartensia (1977), com seu amplo sistema de notas textuais e que constitui uma atualização da Biblia Hebraica de Rudolf Kittel (Stuttgart, 1937). Também houve comparações com os Manuscritos do Mar Morto, a Septuaginta e outros manuscritos gregos, o Pentateuco Samaritano, a Peshita, Siríaca, a Vulgata Latina e outras versões ou manuscritos que esclarecem o significado de passagens difíceis.

Os tradutores do Novo Testamento usaram as duas edições clássicas do Novo Testamento em grego: o Greek New Testament, publicado pela United Bible Societies (UBS, 4ª edição revisada, 1993), e o Novum Testamentum Graece, editado por Nestle e Aland (NA, 27ª edição, 1993). Essa duas edições, que trazem o mesmo texto mas diferem em pontuação e em notas textuais, representam, em sua maior parte, o que há de melhor nos estudos acadêmicos textuais modernos. No entanto, os tradutores escolheram diferir dos textos gregos da UBS e de NA nos casos em que fortes evidências textuais ou outras evidências acadêmicas corroboravam sua decisão e seguiram variações encontradas em outras testemunhas textuais antigas. Essas variações textuais significativas são sempre indicadas nas notas textuais da NVT.
Não. Com o intuito de evitar qualquer viés pessoal ou denominacional, a Mundo Cristão reuniu uma equipe de especialistas que representam uma ampla gama de perspectivas denominacionais e teológicas dentro da comunidade evangélica brasileira.
Fica evidente nas Escrituras que os documentos bíblicos foram redigidos para serem lidos em voz alta, com frequência no culto público (ver Ne 8; Lc 4.16-20; 1Tm 4.13; Ap 1.3). Ainda é fato hoje em dia que mais pessoas ouvem a Bíblia ser lida em voz alta na igreja em vez de a lerem sozinhas. Logo, uma nova tradução deve comunicar a mensagem de modo claro e eficaz ao ser lida em público. A clareza era um dos objetivos principais dos tradutores da NTV, não apenas para facilitar a leitura particular e sua compreensão, mas para garantir também que o texto seria excelente para a leitura pública e exerceria forte e imediato impacto sobre os ouvintes.
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